12.28.2014
12.01.2014
POETA SOLITÁRIO
Quando
todas as sombras escuras começam o sol engolir e a tragar,
Quando o brilho e calor do astro maior,cessam seus encantos,
Quando não mais ouço, dos canários o som a cantar,
Quando outros sons, saem a ecoar, muitos espantos!
Quando o brilho e calor do astro maior,cessam seus encantos,
Quando não mais ouço, dos canários o som a cantar,
Quando outros sons, saem a ecoar, muitos espantos!
Nesse instante, surge, do inesperado, versos a declarar,
Sinceramente, o tempo, sim, ele ataca sem perdão,
Não há tempo de dormir, não agora, frases juntar,
Uma alma viva, quem dera, eu quisera sugestão!
Sinceramente, o tempo, sim, ele ataca sem perdão,
Não há tempo de dormir, não agora, frases juntar,
Uma alma viva, quem dera, eu quisera sugestão!
Há porém,
espaços vazios, que só eu, encarar,
Até tento, com força e intento, me descobrir,
Fareja árdua, solitária, nesse imenso mar,
Lugar de encontros, até fome, é só vir!
Até tento, com força e intento, me descobrir,
Fareja árdua, solitária, nesse imenso mar,
Lugar de encontros, até fome, é só vir!
Vou
diminuindo, será o fim?
Combater, guerra forte,
Desistir, enfim?
Mera sorte!
Combater, guerra forte,
Desistir, enfim?
Mera sorte!
David.....
2014
2014
11.30.2014
DOR, QUEM TE INVENTOU?
Dor de solidão, separação, qual o teu prazer?
Dor da alma, do peito, da faca, quem te criou?
Dor de dente, patente, latente, sem viver?
Dor do aborrecimento, rancor, qual o teu querer?
Dor da alma, do peito, da faca, quem te criou?
Dor de dente, patente, latente, sem viver?
Dor do aborrecimento, rancor, qual o teu querer?
Dor do parto, do fardo, da bala, quem enviou?
Dor de cabeça, ou ouvido, quem te feriu?
Dor do isolamento e da pedrada, quem te ensinou?
Dor de febre, da angustia desenfreada, quem insistiu?
Dor de cabeça, ou ouvido, quem te feriu?
Dor do isolamento e da pedrada, quem te ensinou?
Dor de febre, da angustia desenfreada, quem insistiu?
Dor da moça bonita, sem parceiro, quem te enfureceu?
Dor da singela canção, dor do feto, quem te instruiu?
Dor do ego, dor da arrogância, por céus, o que te ocorreu?
Dor da família, das drogas, e sem filho, quem permitiu?
Dor da singela canção, dor do feto, quem te instruiu?
Dor do ego, dor da arrogância, por céus, o que te ocorreu?
Dor da família, das drogas, e sem filho, quem permitiu?
Dor das noites sem cheiro, sem tato, como apareceu?
Dor da madrugada fria e sem coberta, donde vens?
Dor da acusação, dor do preconceito, onde doeu?
Dor da desigualdade, pobreza e miséria, o que tens?
Dor da madrugada fria e sem coberta, donde vens?
Dor da acusação, dor do preconceito, onde doeu?
Dor da desigualdade, pobreza e miséria, o que tens?
Dor do abandono, da segregação, quem te pariu?
Dor da política suja e maligna, qual cometa te ofertou?
Dor da ganancia e avareza, porque existiu e não sumiu?
Dor do pai, sem pão, nem tesão, quem te inspirou?
Dor da política suja e maligna, qual cometa te ofertou?
Dor da ganancia e avareza, porque existiu e não sumiu?
Dor do pai, sem pão, nem tesão, quem te inspirou?
Dor do vestibular, pura covardia, onde elaborou?
Dor da fé, da religiosidade, da podridão, quem te bateu?
Dor de não ser ninguém, dor de ferida aberta, quem te penetrou?
Dor da vida que não escolhi, porque reviveu?
Dor da fé, da religiosidade, da podridão, quem te bateu?
Dor de não ser ninguém, dor de ferida aberta, quem te penetrou?
Dor da vida que não escolhi, porque reviveu?
Dor do banco, do financiamento, do tormento, quem te
fabricou?
Dor da favela, da mazela, da copa, quem te deu a luz?
Dor do inferno, do fraterno, da gasolina, quem te sufocou?
Dor da medicina, da doença e carnificina, quem te introduz?
Dor da favela, da mazela, da copa, quem te deu a luz?
Dor do inferno, do fraterno, da gasolina, quem te sufocou?
Dor da medicina, da doença e carnificina, quem te introduz?
Dor de tantas cores e raças, e ideologias más, quem te
amamentou?
Dor que a todos faz doer, quem das profundezas te ressurgiu?
Dor de querer, mas sem comer, dor do alimento, quem te fomentou?
Dor que não se apresenta sozinha, quem te dirigiu?
Dor,
ameaça, invade sem bater, machuca até onde pode alcançar...Dor que a todos faz doer, quem das profundezas te ressurgiu?
Dor de querer, mas sem comer, dor do alimento, quem te fomentou?
Dor que não se apresenta sozinha, quem te dirigiu?
AMOR, chega, abraça, acalma, abranda, outra, ninguém pode inventar
David Saulo de Andrade
Ribeiro – novembro de 2014
11.25.2014
AOS MESTRES DA PN-I
A arte de escrever, é a arte da alma invisível,
Mas se pensam outros ser fácil, tentem uma vez,
Aqui vai uma dica, de quem nada sabe, eu sei,
Experimentem, sem medo, fuja a timidez!
Eu quisera, ao menos, concordância acertar,
Colocar palavras em cada lugar, ortografia deleitar,
Distribuir, uniforme, caligrafia eu confiar,
Saber tudo, de poesia, poemas combinar!
Quisera eu, perto da ponte residir, bem alto escutar,
A moça, do outro lado, Cora, eu poder acompanhar,
Ser alegre, qual Dorotheia, quando fala, parece cantar,
Dizer o que, dona Cleucida, sua psicologia, de encantar!
Fernanda Franco Rocha, só o nome já faz calar,
É uma clareza, uma potência no explicar,
Português, tão difícil de entender e até falar,
Não com a Sandra, as letras parecem, o meu corpo
enamorar!
Ser filosofo e sem medo, com a Bruna, dialogar,
Aprender, e com orgulho, tantos mestres admirar,
Seguir seus passos, certamente quero palmilhar,
Não, não é hipocrisia, reconhecimento de quem sabe, com
amor ENSINAR!!!!
Perdoem, demais, com o tempo, os nomes decorar,
E certamente, dedicatórias, com carinho, não faltar,
A faculdade é imensa, mais intensa, a vontade de
declarar,
Citações de apreço e carinho, todo corpo docente, eis o
meu admirar!
David Saulo de Andrade Ribeiro – novembro de 2014
(Homenagem aos professores mestres do Curso de Pedagogia, da Faculdade Alfredo Nasser pelo acadêmico David Ribeiro - o Poeta Engraçado.)
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