3.26.2012


Queda da bolsa de Nova York
 ( Leila Pires )

Na década de 20 aumentou o consumo, a indústria criava a todo o momento bens de consumo, os clubes e boates viviam lotados. As ações estavam valorizadas por causa da euforia Americana com essa expansão surgiu a expressão “American Way of life” modo de vida americana. O mundo invejava o estilo de vida americano.
As causa da crise foi à superprodução agrícola, formou excedente dos produtos e a diminuição do consumo a indústria cresceu muito, porém os salários e poder aquisitivo não. No Brasil não foi diferente com a produção de café enquanto o consumo mundial era de aproximadamente 21 milhões de sacas o Brasil produzia 22 milhões sobrando excedente. E com a entrada de outros países na disputa pela importação o Brasil perdeu mercado, sobrou então café estocado.
Em 24/10/1929 conhecida como quinta negra ocorre a queda da bolsa de Nova York. Época ficou conhecida como a grande depressão varias pessoas se suicidaram, pois dormiam rica e acordavam pobre. Em 1933 Assume o poder nos Estados Unidos o presidente democrata Franklin Delano Roosevelt que atuou de forma intensa para contorna a crise. E lançou o plano “New Deal” pacote de reformas para tentar recuperar a economia do país. Entre as medidas estavam o controle do governo sobre os preços, criação do seguro desemprego e realização de um grande programa de obra pública.
No Brasil o governo também tomou medidas para conter a crise. O governo proibiu novas plantações de café durante 3 anos e passou a comprar e destruir o café estocado, cerca de 80 milhões de sacas. Somente no final da década de 1930 o café começou a recuperar os bons preços nos mercados internacionais.

Referencia Bibliográfica

WWW.libertaria.pro.br Autores: Lúcia Helena Storto      Sidney Aguilar Filho

2.02.2012

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO II

Bases para  estudos iniciais: 


Editora Moderna

PONTO 01


 Tema: A educação na Primeira República 


Abordagem 


PONTO 02 
Roda de Conhecimento

 Temas de pesquisa 
1.República Oligárquica - 
2. As viagens de D. Pedro II
3. Feitos de D. Pedro II 
4. Federalismo 
5. Ideais republicanos 
6. Participação do Brasil na Guerra do Paraguai
7. Ideias positivistas 
8. Leis abolicionistas
O trabalho escravo 

9. Republicanos  do dia 14 de maio
10. Guarda Negra 
11. Constituições  do Brasil
Capa da Constituição de 1891
12. Estrutura do ensino elementar
13. Reforma de Benjamim Constant.
Benjamim Constant

14 Ensino laico
 15.Ciências positivistas 
16. Lei Rivadávia Correia
17. Reforma Carlos Maximiliano
18. Reforma Rocha Vaz 
19.Chegada dos imigrantes no Brasil
20. Condição do escravo livre
21. Princípios do Partido Comunista Brasileiro


Sugestão de leitura:













FUNDAMENTOS METODOLÓGICOS DO ENSINO DE HISTÓRIA


Ponto 01

Marcas da minha vida

   Construção de um breve memorial.  Fatos marcantes da vida: infância, adolescência, juventude e fase adulta:

  •     Relatos por escrito
  •     Leitura e reconhecimento pelos colegas

   
Ponto 02

       Ensino de história algumas  reflexões  sobre  a apropriação do saber segundo  Sônia  Maria Leite  Nikitiuk

(Roteiro das discussões elaborado)

Repensar...

... o ensino
... a história
... as relações entre ensino e história
... as relações entre quem ensina e quem aprende
... o que aprende e como ensina
... no ensino, o  que aprender e como ensinar

 “ O saber é apropriado e construído”  e envolve:
  • Identidade
  • Linguagem
  • Registros
  • Pluralidade


PONTO 03

O ensino de história:
algumas reflexões sobre a apropriação do saber
( Nikitiuk)

Fragmentação do texto  para discutir e relatar  e registrar em pequenos grupos:
  • Descortinando horizontes
  • Uma janela aberta para o mundo do saber

Refletir:

  • Nos escritos e leituras, diferentes apropriações
  • Sonhos sonhados, saberes  aflorados

Leituras indicadas: 








1.31.2012

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO I


PONTO 01


 Etapas para  discussão: 


a) O que o texto diz
b) O que está ao redor do texto 
c) A relação do texto com  a realidade 
d) Registro das ideias principais

01
  “A educação é um dos meios que os homens lançam 
mão para satisfazerem suas necessidades”
 ( Carlos  Brandão )
02

  03
 '' Em mundos diversos a educação existe diferente: 
em pequenas sociedades
tribais de povos caçadores,
 agricultores ou pastores nômades; 
em sociedades
camponesas, em países desenvolvidos e industrializados;
 em mundos sociais sem classes, de classes, 
com este ou aquele tipo de conflito entre a suas classes; 
em tipos de sociedade e culturas sem Estado,
 com um Estado em formação ou com ele
consolidado [... ] entre e sobre as pessoas"
 ( Carlos  Brandão )


04

05

 " Ninguém educa ninguém,
 ninguém educa a si mesmo,
 os homens se educam entre si,
 mediatizados pelo mundo" 
 ( Paulo Freire )


06



07
 " É na educação dos filhos

 que se revelam as virtudes dos pais"

  ( Coelho Neto )


08

  "Educação é aquilo que fica depois

 que você esquece o que a escola ensinou"

. ( desconhecido )


PONTO 02

Leitura  do capítulo I, da obra de C. Brandão,  Educação? Educações: Aprender com o índio 


Conceitos básicos:

a) Educação
b) Cultura
c) Socialização
c) Endoculturação 


PONTO 03


A  IMPORTÂNCIA  DA HISTÓRIA  DA EDUCAÇÃO
    Idéias centrais de  Maria Lúcia de Arruda  Aranha
                         
O HOMEM É FEITO DE TEMPO
  
A história - é a interpretação da ação transformadora  do homem no tempo.
Pedagogia -  a teoria  crítica da educação.
Homem -  um ser histórico.
Trabalho - ação transformadora do homem  sobre a natureza -  pelo trabalho o homem  o homem se autoproduz ao mesmo tempo que produz sua  própria cultura.


EDUCAÇÃO E IDEOLOGIA

Educação: mantém viva  a memória de um povo e dá condições para a sua sobrevivência [... ] é uma instancia mediadora...
Alguns cuidados
Sociedades tribais: educação informal
Sociedades complexas: educação formal, trabalho braçal versus trabalho intelectual; escola  dualista
Ideologia: impede que a classe dominada perceba a divisão que a inferioriza  e assuma os valores dominantes. 
O fenômeno educacional não é neutro


Questionando a educação

A educação precisa  estar aberta constantemente a teoria 




ARANHA. Maria Lúcia de Arrua Aranha. História da educação. 2ª Ed. São Paulo: Moderna, 1996. ( há edições mais novas)